Uma leitura instigante.

É preciso pensar sériamente sobre esta questão:
"A transparência como ideal também invade a vida privada de pessoas (ditas) públicas, como artistas, políticos, "celebridades", de quem , por se darem a ver em público, é exigida transparência total como imperativo da sociedade escópica. O sujeito ávido de curiosidade do que está escondido é também o sujeito ávido por publicidade- tudo em nome do ideal da transparência que se torna imperativo. O mesmo sujeito que quer ser visto sob os holofotes (da fama e do prestígio) exige a transparência de seus próximos e assim "cada colega, como diz Bentham, torna-se um guarda".
fonte: Antonio Quinet em Um olhar a mais (ver e ser visto na psicanálise) , Jorge Zahar Editor
Como isto é verdade. Muitas vezes somos induzidos a sermos transparentes, verdadeiros e somos descaradamente invadidos em nossa privacidade. Valeu, Ana
ResponderExcluirVou ler Quinet, interessei-me por suas ideias.Paulo
ResponderExcluireu andei pensando numas coisas parecidas nesses dias...
ResponderExcluirq legal encontrar essa postagem aqui!
seja bem-vinda lá no blog!
beijos