domingo, 8 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Quanto mais nos distanciamos da terra, da caça e do grupo social, mas a vida se acelera. O rítmo da vida moderna é a intensidade ininterrupta das máquinas. Bertrand Russel colocou isso muito bem:
Por mais que queiramos pensar que somos criaturas da terra...O rítmo da vida terrena é lento; outono e inverno são tão essenciais quanto a primavera e o verão, e o repouso é tão essencial quanto o movimento...
É necessário preservar algum contato com as marés e o fluxo da vida terrena... Por todas essas razões, há uma geração de homens menores, de homens indevidamente divorciados do lento processo da natureza, de homens nos quais todo impulso vital murcha de forma lenta, como as flores podadas em um vaso.
fonte: A fronteira Interior/ Sam Keen

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


Fotos da exposição que está acontecendo no Jaboticabal Shopping , abrindo os trabalhos da Semana da Família que acontecerá de 8 à 15 de agosto de 2010.
Esta turminha está preparando uma bela noite para você...
12 de agosto(quinta-feira) às 20:00h no Cine Municipal
FAMÍLIA : UM SONHO DE DEUS





Tem muito mais ainda...
Coral da Tutti e os seminaristas do Seminário Diocesano Nossa Senhora do Carmo cantando.
Teremos outros momentos muito importantes:
Sábado: 7 de agosto:
PASSEATA DE ABERTURA DA SEMANA DA FAMÍLIA
Horário :9:00h /saída Ginásio de Esportes em direção à Catedral
15 de agosto/ domingo
9:00h no Poliesportivo do Colégio Santo André
MISSA DE ENCERRAMENTO
terça-feira, 3 de agosto de 2010

Segundo os rabinos possuímos quatro anjos que nos esqualizam:
um ao lado direito,
e um último atrás.
Qual a função de cada um? O da frente está lá para deter-nos;ele diz:"Calma...Espere, não seja afoito".
O que se encontra atrás de nós nos empurra para a frente, dizendo:"Enfrente...Tenha a coragem para bancar e não dê para trás agora..."
O que está a nossa esquerda,junto ao coração diz:"Esqueça...deixe para lá".
O da direita, por sua vez, diz:"Lembre-se...não deixe passar, porque você tem uma memória".
do livro A CABALA DA INVEJA/ NILTON BONDER
domingo, 1 de agosto de 2010
VIVER NÃO TEM REMÉDIO. Que bom!Se doença tem remédio, a vida não tem; ela é um renovado contrato de risco. Fico com a máxima do psicanalista Jacques Lacan: De nossa posição de sujeito somos sempre responsáveis".

Surpresas, encontros, ocorrem todos os dias. Porém, o sentido que damos a eles é de nossa responsabilidade.
Do livro: Você quer o que deseja? Jorge Forbes
Editora Best Seller
sexta-feira, 30 de julho de 2010
LUXO
O luxo continua sendo uma raridade. O que é raro?
O luxo continua sendo uma raridade. O que é raro?
Primeiro o TEMPO.

Segundo, a AUTONOMIA

terceiro, o SILÊNCIO.

Quarto, a BELEZA

quinto, o ESPAÇO

São esses os cinco elementos de luxo para Domenico de Masi.
Para o psicanalista e médico psiquiátrico Jorge Forbes,o luxo está ligado ao amor e à recusa do amor que passa. No amor há o desejo da eternidade. A eternidade com aquilo que não muda, com o Real de que nos falou lacan, gerador de um presente tão intenso que se torna inesquecível.
fonte:Você quer o que deseja? Jorge Forbes
quarta-feira, 28 de julho de 2010

NO MUNDO HÁ MUITAS ARMADILHAS
No mundo há muitas armadilhas e o que é armadilha pode ser refúgio e o que é refúgio pode ser armadilha.
Tua janela por exemplo aberta para o céu e uma estrela a te dizer que o homem é nada ou a manhã espumando na praia a bater antes de Cabral, antes de Tróia (há quatro séculos
Tomás Bequimão tomou a cidade, criou uma milícia popular e depois foi traído, preso, enforcado).
No mundo há muitas armadilhas e muitas bocas a te dizer que a vida é pouca que a vida é louca .
E por que não a Bomba? te perguntam.
Por que não a Bomba para acabar com tudo, já que a vida é louca?
Contudo, olhas o teu filho, o bichinho que não sabe que afoito se entranha à vida e quer a vida e busca o sol, a bola, fascinado vê o avião e indaga e indaga.
A vida é pouca a vida é louca mas não há senão ela. E não te mataste, essa é a verdade.
Estás preso à vida como numa jaula. Estamos todos presos nesta jaula que Gagárin foi o primeiro a ver de fora e nos dizer: é azul.
E já o sabíamos, tanto que não te mataste e não vais te matar e aguentarás até o fim.O certo é que nesta jaula há os que têm e os que não têm há os que têm tanto que sozinhos poderiam alimentar a cidade e os que não têm nem para o almoço de hoje .
A estrela mente o mar sofisma.
De fato, o homem está preso à vida e precisa viver ; o homem tem fome e precisa comer o homem tem filhos e precisa criá-los.
Há muitas armadilhas no mundo e é preciso quebrá-las.
Ferreira Gullar
segunda-feira, 26 de julho de 2010

Um velho no momento da morte revela a seus filhos a existência de um tesouro enterrado em seus vinhedos. Os filhos cavam, mas não descobrem qualquer vestígio do tesouro. Com a chegada do outono, as vinhas produzem mais que qualquer outra na região. Só então compreenderam que o pai lhes havia transmitido uma certa experiência: a felicidade não está no ouro, mas no trabalho.
sábado, 24 de julho de 2010

DORMIR PARA SONHAR!
Walt Disney
E assim, depois de muito esperar,
num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, importa-me simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de 'Amigo'.

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, 'o amor é uma filosofia de vida'.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
Agora simplesmente durmo para sonhar
sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ninguém coça as costas da cadeira
Ninguém chupa a manga da camisa
O piano jamais abana a cauda
Tem asa, porém não voa, a xícara
De que serve o pé da mesa se não anda?
E a boca da calça se não fala nunca?
Nem sempre o botão está na sua casa
O dente de alho não morde coisa alguma.
Ah! se tratassem os cavalos do motor...
Ah! se fosse até o circo o macaco do carro....
Então a menina dos olhos comeria
Até o bolo esportivo e bala de revóver.
José Paulo Paes
quarta-feira, 21 de julho de 2010
“Realmente, vivemos muito sombrios!
A inocência é loucura.Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade.Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.
Que tempos são estes, em que
Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranquilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigosque precisam de ajuda?
É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”
Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
e o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.
Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo.Mas
evitar a violência,retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria
.E eu não posso fazê-lo.
Realmente,vivemos tempos sombrios.
Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam,sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
As forças eram escassas.E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.
Íamos, com efeito,
mudando mais frequentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.
E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.
(Bertolt Brecht, na tradução de Manuel Bandeira)
(Bertolt Brecht, na tradução de Manuel Bandeira)
terça-feira, 20 de julho de 2010
Quem sabe um dia um milagre me leve a me tornar íntima das plantas. E me dê um fim de vida com a pá no bolso, de olho nas folhas secas e ervas daninhas. As mãos calejadas sujas de terra, a roupa surrada e macia, o rosto enrugado entretido pelo prazer. E a corcunda a olhar para baixo em busca do que cresce, contemplando o passado-futuro. Terra, terra e Terra. Finalmente amiga da vida. E, como aquela minha querida, uma morte plena e repente pra virar um bom adubo.
Amém.
Publicado por Pequena em 27 de maio de 2010
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- Eliete
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- "A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas... Mas não posso explicar a mim mesma." (Lewis Carroll)
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