
Lágrimas espalhadas nos lençóis azuis deixaram suas marcas.
O que ocorreu a noite no meu quarto de alma?
Sinto-me composta ou disposta?
Arrebatada ou roubada?
Acompanhada ou desamparada?
Só sei que houve choro, e depois...
nada mais foi como antes.
Tens o hábito de juntar objetos inúteis, acreditando que um dia, não sabes quando, poderás precisar deles?Tens o hábito de juntar dinheiro, pois pensas que no futuro te poderá fazer falta?Tens o hábito de guardar roupas, brinquedos, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há bastante tempo?…













Viver é uma caminhada e tanto, não tem essa colher de chá de selecionar onde descer. É preciso passar por tudo: pelo desânimo, pela desesperança, pela sensação de fracasso e fraqueza, até que a gente consiga chegar a uma praça arborizada onde iniciam outras dezenas de ruas, outras tantas passagens, e a gente segue caminhando, segue caminhando.


Tutti Goes de Lima,Lívia Assumpção Pedro,Ricardo Fenerich, Ana Luisa B.Barbosa e Natália F. de Souza
Eliete Cascaldi Sobreiro e Marisa Murakami
Letícia, Lívia, Gabriela A. de Souza, Ricardo, Natália e Ana Luísa
Natália e Tiago Henrique Brasil da Silva
Dr. Jonas R.Cintra e Zina Bellodi
João Carlos Pinto de Lima (Belêle)
Zina e Alessandra Cristina N. F. Máximo
Tiago e Natália
Tutti e André Assis de Melo Neto
Dr Jonas
Gustavo Bissoli
Natália, Tiago, Letícia, Lívia, Ricardo, Célio Santos da Silveira,Belèle
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Muito obrigada!
Num tempo não tão distante assim,
Nas tardes mais quentes, por volta das dezoitos horas (imaginem!), já estavam em casa e, após o jantar em que comiam sem se preocupar com as calorias ingeridas, puxavam as cadeiras e sentavam-se nas calçadas. Às vezes, só a família, outras vezes, abriam a roda para os vizinhos e todos juntos ficavam conversando até bem tarde .
As preocupações existiam, pois as ameaças sempre estiveram presentes na vida dos seres humanos, mas eles contavam com mecanismos de proteção infalíveis. Antes de dormir, as crianças olhavam embaixo da cama para verificar se não havia ladrão, e ao deitar pediam a bênção do pai e da mãe, após rezarem pedindo a proteção do anjo da guarda.
É claro que nesse tempo as crianças não eram ”santinhas”, já faziam suas artes, como esconderem-se atrás da porta para observar a avó tirar a dentadura ou usar estilingue para matar passarinhos. Os adolescentes eram terríveis, escondiam-se no banheiro para fumar, as mocinhas, nos quartos, para lerem fotonovelas e no “escurinho do cinema” davam beijos apaixonados.