domingo, 22 de fevereiro de 2009

"Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu...", disse acertadamente Chico Buarque.
Tem dias que o meu coração não bate feliz, parece querer sair apressadamente fugindo da tempestade que se anuncia lá dentro, as "águas vão rolar" e a onda do medo parece que vai me engolir.

O único movimento possível vem do desejo de colocar a seguinte placa:"FECHADA PARA BALANÇO".

Nesses momentos a arte é um presente de Deus .
Os poetas com suas poesias, com suas músicas tem o poder de acalentar o coração e afugentar os medos.
Uma música que considero uma prece, um hino de esperança é LUZ MAIOR de Marcos Paiva/Jorge Simas e cantada pelo saudoso João Nogueira.
Essa dor que sangra, a gente estanca
pois o próprio mal também se cansa
o punhal que fere a gente arranca
basta não perder a esperança.
Manter acesa a fé
e não olhar para trás
que a vaga da maré
vai trazer a paz.
È resistir
enquanto o vento mais empurra contra o cais
é renascer
se um velho sonho se desfaz.
Se o tombo acontecer
saber se levantar
deixar correr
que novas águas vão rolar.

Quem dá a mão, quem faz o bem
quem tem amor pelo que faz.
Sabe pedir quando não tem
e dividir se tem demais.Pra ter a luz maior
A força de um clarão
sempre brilhando
no seu coração.




























2 comentários:

  1. Estou fazendo uma campanha de doações para criar uma minibiblioteca comunitaria na minha comunidade carente aqui no Rio de Janeiro,preciso da ajuda de todos.Doações no Banco do Brasil agencia 3082-1 conta 9.799-3 Que DEUS abençõe todos nos.Meu e-mail asilvareis10@gmail.com

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  2. Gostei do seu blog.Eu o encontrei pelo nosso gosto em comum pelo chorinho.Visite também o meu, que tenta proporcionar um espaço de reflexão tendo como pano de fundo um ambiente ecumênico.
    Te mando uma prancha para surfar aquela onda, afinal para tudo existe solução.
    Muita Paz

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Apontadora de Idéias

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"A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas... Mas não posso explicar a mim mesma." (Lewis Carroll)

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