sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Família: Um sonho de Deus

Nosso velhinho especial...
Nosso coral...

Nossos noivinhos
Nossos seminaristas...

Nossas crianças ...

Nossos protagonistas


Nossos mágicos...
Nossas catequistas...

Nossos colaboradores....
alguns de muitos.


Nosso admirável público...




Esta mocinha de blusa branca sentada perto de seu marido(camisa amarela) também uma grande colaboradora.

Fotos: Flávio Sobreiro

quinta-feira, 12 de agosto de 2010


...Meu amigo ,
há uma beleza insondável no verbo "entender".

Há uma riqueza fascinante sugerida no conceito. Entender é entrar na tenda. É penetrar o significado. Eu o entendo é à medida que entro na tenda com você. Eu o compreendo melhor quando faço o exercício de entrar no seu mundo. Entro para ver a coerência de suas verdades. Entro para desvelar os motivos que geram o seu jeito de ser e de agir. ".

Fonte: Sobre medos contemporâneos:Cartas entre amigos
Fábio de Melo /Gabriel Chalita

quarta-feira, 11 de agosto de 2010



Modos de Amar
Flávio Gikovate - Novembro/1999

Uma das frases que estamos acostumados a ouvir é: ‘Eu amo a meu modo’. É claro que isso é dito em consequência das queixas e insatisfações do companheiro, que se sente pouco atendido em suas pretensões de carinho e atenção. Será mesmo que existem vários modos de amar? Ou será que a hipótese é usada, de má-fé, para encobrir a falta da capacidade de amar?
Há pessoas que gostam – e necessitam – de relações afetivas próximas e intensas, ao passo que outras preferem relações mais frouxas. Quando duas pessoas com expectativas amorosas diferentes se unem, é claro que aquela que espera um relacionamento mais intenso fica insatisfeita, mesmo quando o parceiro se dedica a ela da forma mais leal e honesta. Acho que talvez seja mais adequado pensar em diferentes graus de intensidade amorosa em vez de pensar em diferentes formas de amar.



Sim, porque esta última forma de raciocinar abre as portas para muitos tipos de comportamento claramente egoístas, em que se podem usar palavras de natureza amorosa sem que elas venham acompanhadas de comportamentos compatíveis. Dizer ‘eu te amo’ não custa nenhum tipo de esforço ou sacrifício. Se expressões desse tipo não vêm acompanhadas de atitudes próprias desta emoção, elas são pura demagogia.
Funciona mais ou menos assim: o demagogo diz que ama a seu modo e que isto não significa ter atitudes de dedicação e agrado em relação ao seu par. Por outro lado, ele espera do parceiro a renúncia e a generosidade próprias do modo de amar do outro. O processo envolve, pois, dois pesos e duas medidas, uma vez que as pessoas que amam a seu modo nunca se relacionam intimamente com outras pessoas que amam do mesmo modo que elas, preferindo pessoas que amam de um modo mais convencional.


Temos todas as razões do mundo para desconfiar das palavras, especialmente daquelas que não vêm acompanhadas de atitudes coerentes com elas. Acho melhor encontrarmos uma só forma de descrever o amor e definitivamente só considerarmos como capazes de amar aqueles que se comportam de acordo com o descrito. Ou seja, penso que a melhor forma de conceituar o amor seja considerar que aquele que ama se sente muito bem em agradar e paparicar a pessoa amada.
Uns farão sacrifícios maiores para isso do que outros, mas todos aqueles que amam de verdade sentem-se felizes interiormente quando são capazes de proporcionar alegria e felicidade ao amado. Amar é, então, gostar de agradar a pessoa amada, ficar feliz com sua felicidade, querer ver a pessoa prosperar. É fazer todo o possível para que estas coisas se realizem.
Agradar a pessoa amada significa fazer as coisas que a deixam satisfeita e, principalmente, que a fazem sentir-se amada. E o que agrada a outra pessoa não é obrigatoriamente o que nós achamos que vai agradar. É importante observar quem se ama, conhecer seus gostos e vontades. Não tem cabimento um homem dar uma jóia de presente a uma mulher que não gosta de jóias! Às vezes vale mais uma flor do que um anel de brilhantes.
Quando não existe esse tipo de troca num relacionamento, penso que não deveríamos usar a palavra amor para descrever o elo que une duas pessoas. Não é raro que um dos indivíduos seja do tipo que sempre gosta de paparicar o parceiro, ao passo que o outro é displicente, só gosta de receber agrados, ‘ama a seu modo’. Nesse caso, o que agrada ama, mas não está sendo amado, está sendo explorado. É co-autor de uma história de amor unilateral.



Não posso esconder as reservas que tenho em relação a esses tipos de relacionamento. Eles não fazem parte das verdadeiras histórias de amor, que são sempre trocas ricas e gratificantes para ambos os envolvidos. As verdadeiras histórias de amor acontecem quando duas pessoas amam do mesmo modo, e o sentimento provoca sempre uma enorme vontade de cuidar do amado.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O relacionamento perfeitamente amadurecido e espiritualmente válido precisa estar sempre profundamente ligado ao crescimento pessoal. No momento em que o relacionamento é percebido como irrelevante para o desenvolvimento interior e, por assim dizer, abandonado à própria sorte, ele começa a tropeçar.





Somente quando os dois parceiros crescem até o máximo do seu potencial é que o relacionamento pode tornar-se mais e mais dinâmico e vivo. Esse trabalho precisa ser feito individualmente e em conjunto. Se o relacionamento é encarado dessa maneira seus alicerces se apóiam na rocha , não na areia. Medo nenhum jamais criará raízes em tais circunstâncias. Os sentimentos se ampliam e aumenta a segurança de cada um e em cada um.


...As dificuldades que surgem no relacionamento sempre são sinais de algo que não foi cuidado.
Relacionamentos são simultaneamente uma satisfação, um desafio e uma medida de avaliação do estado interior.

A intimidade te intimida?

Fonte:Criando União de Eva Pierrakos.Judith Saly





segunda-feira, 9 de agosto de 2010


Sobre relacionamentos conjugais
..."Observemos um casal que vive uma relação de casamento. O desequilíbrio maior surge quando um dos dois dá um passo à frente em direção à sua vida. Esse passo que é muito transgressivo em relação à sua situação acomodada, deveria gerar um passo também do cônjuge. Se isso acontecesse, ambos estariam equilibrados e sua dinâmica seria natural. No entanto, o que mais acontece como reação a um passo à frente é que o outro dá um passo para trás. O desequilíbrio então se estabelece e uma situação não-dinâmica atravanca o processo vital.


...Quando um cônjuge esboça transformações em sua pessoa, implicando transformações na relação, o outro muitas vezes cobra justamente os compromissos assumidos, dando um passo para trás. Não reconhece que seus direitos de apego não têm o menor valor numa relação em que o compromisso explícito é o relacionamento. Se, numa relação, alguém se modifica, o pacto é este: todos devem se colocar em movimento. A reação de dar um passo para trás- expondo carências, coletando justificativas ou evocando direitos- é um apego que, em si,é a maior das traições ao sonho assumido em pacto".

Nilton Bonder em A ALMA IMORAL

domingo, 8 de agosto de 2010






Tesouro a céu aberto....








Deus no centro da cidade,






no centro de nossas vidas...






fotos: Sílvio Chioda
































sábado, 7 de agosto de 2010

Os dois antídotos mais eficazes da fadiga prolongada são:

FASCINAÇÃO
PROPÓSITO

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Quanto mais nos distanciamos da terra, da caça e do grupo social, mas a vida se acelera. O rítmo da vida moderna é a intensidade ininterrupta das máquinas. Bertrand Russel colocou isso muito bem:



Por mais que queiramos pensar que somos criaturas da terra...O rítmo da vida terrena é lento; outono e inverno são tão essenciais quanto a primavera e o verão, e o repouso é tão essencial quanto o movimento...
É necessário preservar algum contato com as marés e o fluxo da vida terrena... Por todas essas razões, há uma geração de homens menores, de homens indevidamente divorciados do lento processo da natureza, de homens nos quais todo impulso vital murcha de forma lenta, como as flores podadas em um vaso.
fonte: A fronteira Interior/ Sam Keen

quarta-feira, 4 de agosto de 2010




Fotos da exposição que está acontecendo no Jaboticabal Shopping , abrindo os trabalhos da Semana da Família que acontecerá de 8 à 15 de agosto de 2010.

Esta turminha está preparando uma bela noite para você...

12 de agosto(quinta-feira) às 20:00h no Cine Municipal

FAMÍLIA : UM SONHO DE DEUS







Tem muito mais ainda...

Coral da Tutti e os seminaristas do Seminário Diocesano Nossa Senhora do Carmo cantando.

Teremos outros momentos muito importantes:

Sábado: 7 de agosto:
PASSEATA DE ABERTURA DA SEMANA DA FAMÍLIA
Horário :9:00h /saída Ginásio de Esportes em direção à Catedral

15 de agosto/ domingo
9:00h no Poliesportivo do Colégio Santo André
MISSA DE ENCERRAMENTO

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Segundo os rabinos possuímos quatro anjos que nos esqualizam:




um à frente,

um ao lado direito,




outro ao lado esquerdo








e um último atrás.







Qual a função de cada um? O da frente está lá para deter-nos;ele diz:"Calma...Espere, não seja afoito".
O que se encontra atrás de nós nos empurra para a frente, dizendo:"Enfrente...Tenha a coragem para bancar e não dê para trás agora..."
O que está a nossa esquerda,junto ao coração diz:"Esqueça...deixe para lá".
O da direita, por sua vez, diz:"Lembre-se...não deixe passar, porque você tem uma memória".
do livro A CABALA DA INVEJA/ NILTON BONDER

domingo, 1 de agosto de 2010

VIVER NÃO TEM REMÉDIO. Que bom!
Se doença tem remédio, a vida não tem; ela é um renovado contrato de risco. Fico com a máxima do psicanalista Jacques Lacan: De nossa posição de sujeito somos sempre responsáveis".

Surpresas, encontros, ocorrem todos os dias. Porém, o sentido que damos a eles é de nossa responsabilidade.

Do livro: Você quer o que deseja? Jorge Forbes
Editora Best Seller

Apontadora de Idéias

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"A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas... Mas não posso explicar a mim mesma." (Lewis Carroll)

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