sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Na confiança madura há lugar para o 'não confiar',baseado na experiência, e para o 'não confiar ainda' , por falta de experiência com o objeto, sem que a não confiança se transforme paranoicamente, em desconfiança do outro ou, depressivamente, em desconfiança de mim.



Luís Cláudio Figueiredo em: As diversas faces do cuidar/novos ensaios de psicanálise contemporânea.

3 comentários:

  1. Òtima postagem de excelente imagem!
    Um abraço

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  2. Bom dia,Eliete!!!

    Um pensamento bem interessante e complexo...
    Devemo atentar muito para o "confiar" e o "não confiar ainda"...uso muito os dois...rsrsr Mas sem paranóia.Confiança se conquista.
    E quando se perde, é difícil de reconquistar...
    Pior quando não confiamos em nós...no nosso próprio julgamento, aí sim a vida se complica...insegurança pura ,né?!
    Beijos minha amiga!!!
    Bem profundo este trecho...rende mais reflexões...

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"A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (...) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas... Mas não posso explicar a mim mesma." (Lewis Carroll)

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